sexta-feira, 29 de junho de 2007
quarta-feira, 6 de junho de 2007
Mais que informação, é o Som Santista
Esse é o caso da Banda Carlos Bronson que já existe há seis anos, três com a formação atual, de nove músicos. Carlos Bronson começou tocando no barzinho da faculdade, dali voou para o Lido e depois para Santos inteiro.
Hoje, as baladas são movimentadas ao som da nova MPB, bem animada cantada pelo vocalista Roger Guerra. O grupo já passou por todas as casas da região e é muito adorado pelo público santista. Apesar de ainda não terem um CD editado, já tem quase todas suas músicas próprias conhecidas pelos aficcionados por este som.
Outro caso é a Anna Beatriz, que está no mundo musical desde os 8 anos de idade. Há pouco tempo, lançou cd próprio que já está fazendo sucesso nas rádios da cidade.
Anna toca uma música mais romântica, mais leve, bem pra cima. Segundo ela “algumas pessoas acham meio pop- rock, outras falam em uma nova mpb. Mas a verdade é que este CD, Sobre Nós, é romântico porque ele é temático”.
A cantora fará um show nesta quinta-feira, sete de junho, no Black Jaw, que fica na Av. Francisco Clicerio 207, junto ao Mendes Convention Center.
Nicole Benete
Para saber mais sobre esses dois artistas, confira o primeiro podcast do Som Santista:
sábado, 2 de junho de 2007
Música na MEDIDA certa
O repertório é bem variado, influenciado por artistas nacionais como Legião Urbana, Barão Vermelho, Paralamas do Sucesso, Ana Carolina, e internacionais, como Alanis Morissete e The Cramberries. Além de covers, o grupo tem músicas próprias, como “Nem com água” e “Saudade”.
Formada por quatro jovens músicos da região, a banda está na estrada há três anos e começou a ser levada a sério por seus integrantes depois da participação em um festival de bandas, em Santos. “Antes tocávamos em alguns eventos e casamentos, mas depois da nossa participação no Festival de Bandas Independentes no *Praia Sport Bar, começamos a tocar em mais lugares”, diz o baterista Guilherme Júnior.
Na última sexta-feira, dia 1, a banda se apresentou no pátio da Faculdade de Comunicação da UniSantos, que fica na Rua Euclides da Cunha, 264.
Integrantes da banda: Janaina Costa, vocal e guitarra
Thalita Ferreira, vocal e guitarra
Alex Silva, baixo
Guilherme Júnior, bateria
Circuito CCA de Música – O projeto visa dar espaço à bandas de alunos da Faculdade de Comunicação (FACOS) da UniSantos, para que possam divulgar seus trabalhos. O circuito é iniciativa do professor dos cursos de Jornalismo e Relações Públicas, Eduardo Cavalcanti, grande incentivador de cultura no campus. A banda Medida Provisória se apresentou na faculdade graças ao projeto.
Para quem quiser conferir o som, a banda tem duas músicas próprias no site http://www.myspace.com/medidaprovisoria
E, para contatá-los, o e-mail é medidaprovisoria_contato@hotmail.com.
*Praia Sport Bar – Antigo bar de Santos que dava espaço para a divulgação de bandas independentes da região. Ficava na Avenida Vicente de Carvalho, ao lado no canal 3.
Xenda Amici
quarta-feira, 30 de maio de 2007
Um sonho pelo outro...
Barbara, de 19 anos, sempre se interessou por música e começou a estudar canto e piano há quatro anos. Um amigo seu, que já tocava em barzinhos, estava procurando uma cantora e eles resolveram formam uma dupla voz e violão.
Nos três anos de trabalho conjunto, eles tocaram em lugares como Cachaçaria Água Boa, Café Brasil, Reale Bar, Ritz Hotel Bar, Casa Velha, além dos avulsos. A parceria terminou no ano passado, quando Bárbara entrou na faculdade: “Era tudo muito corrido. Tínhamos que tirar músicas novas, atualizar repertório, ensaiar. Não dava pra conciliar”, explica. Pouco tempo depois, seu parceiro também parou por causa do emprego.
A cantora diz que a música “dá um dinheirinho” e que dá para viver disso, desde que se corra atrás. Ela, que tem amigos que vivem da música, conta que é preciso disponibilidade e investimentos.
Hoje, a estudante faz algumas apresentações avulsas com outro amigo, em casamentos e barzinhos e estuda violão. “É mais fácil cantar sabendo um instrumento e pretendo conseguir cantar e tocar junto”, diz a cantora que pensa em retomar a carreira assim que concluir a faculdade.
Mariana Oliveira
quinta-feira, 10 de maio de 2007
Músicas na net...

Fita cassete, disco de vinil, CD.... essas coisas são tão ultrapassadas quanto o celular que só telefona e a máquina de datilografia. A grande moda no meio musical hoje são so sites ou provedores que possibilitam artistas disponibilizarem o seu trabalho para que todas as pessoas possam ouvir.
Os sites exclusivos da banda, as comunidades do orkut,o
Outra banda que se utiliza de sites divulgacionais é a
Ainda sem nenhum trabalho gravado, a banda
Porém, embora seja um ótimo meio de divulgação, há alguns problemas quando o assunto é pirataria. O promtor de justiça Carlos Assunpção, afirma que são julgados diversos processos de cópia das músicas, ou de registros ilegais. "As ações são sempre inútes, pois uma vez colocada na internet, não tem mais como voltar atrás. O artista divulgou e se não registrou, irá perder o processo", conclui.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Uma noite meio “Torto”

Entre as muitas opções de balada na cidade de Santos está o Torto MPBar que já existe há mais de vinte anos e continua firme entre os santistas. A noite por lá sempre foi marcada pelo público dos trinta anos, que curte música popular brasileira.
quinta-feira, 19 de abril de 2007
E o “TortoLido” apresenta... o “Teatro Mágico”!

Hoje, em nossos primeiros textos, contaremos um pouco do que rolou na festa do “TortoLido”. O evento, realizado no último sábado, dia 14, no Clube Portuários pelos bares “Torto”, de Santos, e “Lido”, de São Vicente, teve como principal atração o grupo “Teatro Mágico”.Para dar uma visão ampla a nossos leitores, a tarefa ficou dividida: há um texto falando sobre os prós e outro falando sobre os contras da festa. Aproveitem as leituras e deixem os seus comentários!
Mariana Felippe de Oliveira e Xenda Amici
A realidade lúdica da magia teatral
Dessa vez, a já tradicional festa do “TortoLido” contou com uma novidade: 7 mil pessoas. O motivo do tamanho sucesso de público, foi a idéia de reunir bandas conhecidas da noite santista, que tocam nos dois bares, à “trupe teatral” de maior repercussão no momento, O Teatro Mágico. O grupo agrega performances circenses e teatrais à elementos de nossa música popular e, além disso, contrasta instrumentos clássicos, como o violino, à efeitos sonoros masterizados em computador. Além da trupe, várias bandas de pop-rock e mpb da região agitaram as tendas montadas na parte de fora do ginásio.
O novo e o clássico se juntaram nesse evento voltado a um público essencialmente jovem. Quem compareceu, com certeza valoriza as raízes da nossa MPB e sabe que “existe vida além do funk e do pagode”. Sem discriminação a quem ouve esses ritmos, mas quem foi, sabe que a música – assim como todas as outras expressões artísticas – pode ser usada como arma de protesto, demonstrando nossas insatisfações e vontades.
A festa já faz parte do calendário cultural da cidade e tende a crescer a cada edição. O santista tem sede de arte e, nesses encontros, observamos que há opções para quem está exausto das mesmas batidas e dos mesmos tipos de pessoas que encontra toda vez que sai à noite. A receita foi aprovada, agora só nos resta torcer para que mais festas desse tipo aconteçam em nossa cidade.
Xenda Amici
Mas nem tudo foi mágico na “TortoLido”...
Embora o “Teatro Mágico” realmente tenha levantado seus fãs fiéis, que cantavam e dançavam no compasso das músicas, os que conheciam pouco ou nada da trupe teatral, sofriam para, do fundo, tentar entender algo das letras. O áudio estava péssimo! Quem conhecia, ótimo, quem não conhecia, continuou sem conhecer.
Outro detalhe foi um dos principais chamarizes da festa: as atrações rolavam ao mesmo tempo nos dois palcos e na tenda externa, porém, não houve nenhum tipo de divulgação de o que seria onde, então, muitas pessoas perderam shows que queriam ter visto por desinformação.
Fora isso, houve o “problema” que mais chamou atenção: o público da festa nada lembrava o público habitual dos bares “Torto” e “Lido”. E muito menos era formado totalmente por fãs do “Teatro Mágico”, pois enquanto o grupo cantava versos com mensagens profundas, que buscavam atingir o íntimo de cada um, muitos não puderam aproveitar, pois passavam mal nos cantos do clube Portuários pelo excesso de bebida (seu ou do amigo, claro). Isso sem falar nas pessoas que rodavam sem parar entre os ambientes e acabavam do lado de fora mesmo, por não “se encontrar” em canto algum.
Creio que, se o objetivo era levantar verbas e divulgar as duas casas, este foi alcançado, já que a festa estava lotada; mas se o objetivo era o mesmo dos anos anteriores, quando a festa era em lugares menores, de somente reunir toda a galera ligada em MPB e nos grupos santistas, não se cumpriu totalmente.
Mariana Felippe de Oliveira
Para quem quer conferir o trabalho do grupo "O Teatro Mágico", aí vão dois vídeos de partes de shows:
http://www.youtube.com/watch?v=bcVNM-hzz80
Música "Ana e o mar"
http://www.youtube.com/watch?v=QKS39k6yaZY
Música "O anjo mais velho"
Crédito das imagens:
Foto 1: http://www.obaoba.com.br/noticias/noticias_detalhes.asp?ID=16001
Foto 2: www.overmundo.com.br/.../1163480240_teatrom.jpg
